Detecta polimorfismos genéticos no gene MCM6 que predispõem à intolerância à lactose.
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Pode ser conhecido como
Prazo de 8 dias úteis
Estimado
Diversos
Material de coleta
Jejum
Não é necessário
O Teste Genético de Intolerância à Lactose detecta por PCR em tempo real os polimorfismos rs4988235 e rs182549 no gene MCM6, responsáveis pela intolerância primária à lactose. A enzima lactase degrada a lactose normalmente, mas naturalmente diminui após o período de amamentação em grande parte da população. Este teste identifica geneticamente quem desenvolverá intolerância à lactose, ajudando a orientar mudanças alimentares e evitar sintomas como dor abdominal, diarreia e inchaço após consumo de lácteos.
Não é necessário jejum
Pode se alimentar normalmente.
Não. Este teste analisa a intolerância à lactose, que é a dificuldade de digerir o açúcar do leite. A alergia à proteína do leite (APLV) é uma reação do sistema imune e é investigada por outros exames.
Como é um teste genético, o resultado não muda com a idade e pode indicar a predisposição desde cedo. A intolerância primária à lactose costuma se manifestar depois da fase de amamentação, quando a produção da enzima lactase naturalmente diminui em grande parte da população.
Este exame olha o seu DNA e mostra a predisposição genética à intolerância. Já o teste do sopro e a curva da lactose medem como seu corpo reage à lactose no momento do exame, refletindo o que acontece na digestão. São finalidades diferentes: um aponta a tendência genética, os outros avaliam a resposta atual do organismo.
Ele identifica a predisposição genética, ou seja, se você tem o perfil que tende a desenvolver a intolerância primária à lactose. Não mede diretamente se, hoje, você já apresenta os sintomas ao consumir lácteos.
Apenas a intolerância primária, que tem origem genética e é ligada aos polimorfismos do gene MCM6. A intolerância secundária, causada por outras condições que afetam o intestino, não é identificada por este teste.
O resultado é genético, então a informação do seu DNA não muda ao longo da vida. O que pode mudar é o aparecimento dos sintomas, já que a produção da lactase tende a diminuir com o tempo em quem tem essa predisposição.
Ele mostra a tendência genética, não a quantidade de lácteos que você consegue consumir. A tolerância a cada quantidade varia de pessoa para pessoa e não é medida por este exame.
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